segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Compras em NY!

New York é boa em tudo. Em lugares para sair, para comer, e principalmente, para comprar. Os brasileiros, como os próprios nova iorquinos dizem, saem com várias sacolas das lojas deixando os estoques quase vazios! Um dos motivos de achar engraçado encontrar os conterrâneos no exterior é justamente quando vejo essa loucura por compras compras compras. O olhos brilham quando uma placa SALE aparece. E não existe lugar nenhum no mundo para comprar melhor do que os Estados Unidos. New York não é a melhor cidade para isso, já que é uma das mais caras. A vantagem é que a variedade de lojas, estilos e preços é enorme.

As imperdíveis para mim são:

Century 21 - Considerado um outlet dentro de Manhattan. Uma loja de departamentos enorme com preços ótimos. Encontrei bolsas da Guess, óculos Fendi, roupas Calvin Klein em promoção. Tudo é muito mais barato que em qualquer outra loja de NY. A loja fica bem próxima ao Ground Zero.
O endereço é:  22 Cortlandt Street, ny 10007 (Financial District). De segunda à sexta a loja abre das 7H45 da manhã às 21h (quinta e sexta vai ate às 21h30). No sábado ela abre às 10h e fecha às 21h. E no domingo é das 11 às 20h. Fui algumas vezes lá, porque ir uma vez só é cansativo. O lugar é muito grande e as peças são desorganizadas, por isso é bom ter paciência. E o melhor é chegar cedo porque as melhores roupas e acessórios saem logo no início da manhã. Irresistível!
O site da loja é esse: http://www.c21stores.com/




Macy's - Mais do que uma loja é quase um Shopping. O espaço de 9 andares ocupa quase um quarteirão entre a 34th e a 35th streets. Exibindo o slogan de "a maior loja do mundo", é quase um ponto turístico de NY. Foi aberta ao público em 1858 e em 1902 mudou-se para o atual endereço. A loja é famosa pelas vitrines temáticas que mudam a cada 15 dias mais ou menos. No livro "Fama & Anonimato" de Gay Talese, o autor relata que dentro da loja ficavam Dobermans responsáveis pela segurança dos produtos. Durante a noite os cachorros asseguravam que nenhum produto fosse roubado por ladrões.

Dentro da Macy's encontram-se outras lojas como MAC Cosmetics e Louis Vuitton. Os preços são bons, mas não tem o perfil de outlet. É mais um grande centro de compras com os preços médios de todos os produtos.

Horários de funcionamento:
Segunda-feira: 9h às 21h30
Terça à quinta-feira: 10h às 21h30
Sexta e sábado: 10h às 21h30
Domingo: 11 às 20h30

Uma dica para os brasileiros: Todos tem direito a um cartão de descontos na loja. É só subir até o mezanino e procurar o Visitor's Center. Apresentando o passaporte (ou xerox) você ganha um cartão que oferece 11% de desconto em diversos produtos.
Site da loja: http://www.macys.com/



Bloomingdale's - Uma das lojas de departamentos mais "chiques"de NY. Assim com a Macy's, a Bloomies (como é carinhosamente chamada pelos americanos) é um ponto turístico da cidade. O local de 8 andares tem produtos exclusivos e sofisticados assinados por grandes estilistas. Mesmo que não for para comprar nada, vale a pena o passeio. A loja que foi fundada em 1872 vende virtualmente para mais de 90 países, inclusive o Brasil. A Bloomingdale's em NY fica entre as ruas 59 e 60 e entre a Avenida Lexington e a Terceira Avenida. Lá é possível encontrar desde acessórios, roupas para crianças até móveis e objetos de decoração. O Centro de Visitantes oferece serviços de câmbio, entrega de compras no hotel e funcionários que falam várias línguas que podem acompanhar o cliente em suas compras na loja. Ah, não poderia esquecer de ressaltar que lá dentro tem uma loja da Magnolia Bakery!
Site: http://www.bloomingdales.com/

Horários de funcionamento:
De segunda a sexta-feira: 10h às 20h30
Sábado: 10h às 19h
Domingo: 11 às 19h



Fora essas três lojas imperdíveis de departamentos é bom passear pela Union Square e badalada Times Square para não só observar qual a moda dos nova iorquinos, mas também procurar bons preços. Uma outra dica para quem quer comprar e passear ao ar livre ao mesmo tempo é o tradicional Soho. Um bairro no sul de Manhattan muito bonito e organizado. As lojas de rua servem como grandes vitrines para os designers, por isso não se encontra muitos descontos. Quase todas as grifes e marcas famosas podem ser encontradas no Soho.


Brechó chique no SoHo: Second Time Around - 111 Thompson St


Brunch

O típico Brunch americano (Breakfast + Lunch) é uma das minhas refeições preferidas. A mistura de café da manhã com almoço é apreciada no final de semana, especialmente no domingo. É um momento especial quando toda família se reúne em torno das 10h até o meio da tarde para comer bastante.  No seriados americanos normalmente vemos famílias e amigos se reunindo no final de semana para um café da manhã tardio e vemos um monte de comida. Em cima da mesa estão quase sempre presentes: ovos mexidos, panquecas, bacon e waffles.
Já tinha experimentado um bom brunch no Brooklyn no inverno de 2011 e adorei a experiência. Procurei o endereço para postar aqui no blog e descobri que infelizmente o local está fechado. Não vou postar nenhuma foto para não deixar vocês com vontade, hehe.
O local que escolhi para o brunch com a família no verão de 2012 foi o de Tributo aos Beatles no B.B. King que é um pub com bar e restaurante. O local é famoso por ser referência de shows de música blues e jazz. A localização é boa também: 42nd street, próximo a Times Square. A novidade desse brunch que acontece aos sábados é o show de uma banda cover dos Beatles. A comida é livre (all you can eat) das 11 às 14h e o show dura aproximadamente 50 minutos. O ingresso custa U$ 40,00 e pode ser comprado na hora ou pelo site: http://www.bbkingblues.com/bio.php?id=2057
Indico para todos que gostam de um bom brunch e dos beatles.
Quem quiser ficar com água na boca, dá uma olhada no cardápio:

BRUNCH BUFFET MENU 
-Scrambled eggs 
-Smoked bacon & sausage 
-Cinnamon brown sugar french toast 
-Aged cheddar baked macaroni & cheese 
-Baked beans & smoked bacon 
-Sliced baked yams w/ pecans & maple syrup 
-South Carolina grits 
-Classic Caesar salad w/ garlic croutons & shaved Parmesan 
-Vegetarian pasta salad w/ basil & olive oil 
-Cornmeal-crusted catfish w/ tartar sauce 
-Shrimp & andouille sausage jambalaya 
-Mild chicken wings w/ blue cheese dressing 
-BBQ chicken w/ Memphis-style sauce 
-Fresh fruit salad 
-Mini bagels w/ cream cheese 
-Buttermilk biscuits 
-Fruit cobbler w/ pastry crust 
-Brownies & chocolate chip cookies 
-Orange, cranberry & grapefruit juices 
-Coffee & tea



Macaroni & cheese, caesar salad and fish

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Central Park no verão

Como já conheço a cidade muito bem, esse ano fui guia turística dos meus pais e meu irmão mais novo. O primeiro lugar que levei a família foi no Central Park. Já falei sobre ele aqui. O suficiente para adorarem a cidade. Um refúgio no meio da selva de pedra, um lugar tranquilo com muito verde e animais. O Central Park tem 3,4 km²  e é um verdadeiro retiro para quem quer sair da loucura das ruas e das pessoas em Manhattan. 
Fomos de metrô até o Upper East Side na 72nd St com a Central Park. Passamos pelo prédio de John Lennon e depois fomos até o espaço do Strawberry fields dentro do parque. 
Caminhamos bastante para procurar a estátua de Alice no País das Maravilhas e o Conservatory Water, que nessa época do ano estava longe de estar congelado.
Meu irmão e meu pai estavam com uma bola de futebol na mão procurando um ``campinho`` para jogar, mas não encontraram. Pior ainda, vimos placas avisando que era proibido jogar na grama. Perguntamos para algumas pessoas e ninguém sabia se existia um campo de futebol lá dentro. Só quadra de basquete ou de tênis. Deve ser por isso que soccer não é mesmo o esporte deles...
Em um outro dia de manhã acordei bem cedo e fui para o Central Park correr. Nada melhor do que o clima daquele lugar. Todos sabem, e não tenho vergonha de admitir, que gosto muito dos americanos. Quase todos que conheci até hoje são educados, gentis e legais. Entre um passeio e outro pelo parque tivemos a oportunidade de conhecer pessoas de várias partes dos Estados Unidos e contar com a ajuda deles para encontrar o que queríamos lá dentro. 
Para conhecer o Central Park é preciso no mínimo umas 4 visitas, afinal ele é enorme. E assim como a cidade, o parque é dividido em Upper e Lower. 
Vale a pena se hospedar perto de lá. O nosso hotel que fica no Upper West Side, é apenas três quadras do parque. Acho muito melhor do que ficar no burburinho e confusão da Times Square. É em Upper Manhattan que pude ver o dia a dia de nova-iorquinos e de milhares de pessoas de todos os lugares do mundo que escolheram a Big Apple para viver. 




The Loeb Boathouse Central Park - um restaurante famoso dentro do parque

Estátua de Alice in the Wonderland no Central Park














domingo, 11 de novembro de 2012

Cupcakes em New York!

Cupcake é uma das sete maravilhas do mundo gastronômico. Me apaixonei perdidamente pelos bolinhos coloridos em 2011 em New York. Dessa vez, verão de 2012, quando voltei à cidade, fiz questão de experimentar sabores em lugares diferentes.
A primeira parada foi o Baked By Melissa que fica perto do hotel em que ficamos no Upper West Side. Na Broadway com a 84th St. São 9 estabelecimentos espalhados por Manhattan.
O conceito da loja é muito legal. Inspirada na ideia de que as pessoas deveriam comer o maior número de sabores sem se sentirem culpadas, a Melissa criou os mini cupcakes. Cada um custa 1 dólar. Eu provei e APROVEI! 
















A minha inspiração para começar a fazer os cupcakes foi a Magnolia Bakery. Sem dúvida é lá que encontramos o melhor cupcake da cidade. Leves e sem muito enfeite, os bolinhos são muito famosos na Big Apple. No final do dia as filas são grandes. Com lojas em New York, Los Angeles, Dubai e Chicago, os cupcakes da Magnolia são os mais pedidos. Só em Manhattan eles estão em 5 lugares. Na Bleecker St, dentro da loja Bloomingdale`s, na Columbus Ave, dentro da Grand Central Terminal e na mais popular de todas, no Rockefeller Center. 
Além dos cupcakes, cookies, tortas e brownies também são vendidos pela Magnolia Bakery. E sinceramente... Tudo é maravilhoso lá. O cupcake de baunilha com cobertura de chocolate e o Red Velvet são insuperáveis!
Cada cupcake custa entre $ 3 e $ 3,50. 

Vanilla cupcakes with chocolate buttercream




Loja no Rockefeller Center

Loja dentro do Bloogmindale`s

Um outro cupcake que gostei muito foi o da Crumbs Bake Shop. Os bolinhos são muito grandes. O jeito é comer de colher ou dividir com alguém. Só em New York são 27 lojas! Para minha sorte (ou azar?) o hotel que ficamos estava a uma quadra da Crumbs que fica no Upper West Side. Os cupcakes são entre $ 4, 50 e $ 5. Uma invenção boa deles é o Colossal, que é do tamanho de um bolo normal só que em formato de cupcake! Não tive a oportunidade de provar dessa vez, mas tenho certeza que é tão bom quanto os cupcakes. 



Colossal Cupcake

Loja na Amsterdam Avenue com a 76th St.









Shake Shack

Depois de uma semana em New York, dessa vez no verão, vim trazer as novidades e passeios clássicos que não podem deixar de ser feitos.
Eu não sou muito de fast food, mas confesso que comi o melhor hambúrguer da minha vida. Eu não como carne vermelha, por isso opto pelos de frango ou vegetarianos. Quem me deu essa dica foi o meu querido amigo, Rafael Ambrosini. Esse só gosta do que é bom e sabe dar boas dicas da Big Apple!
O Shake Shack é uma rede de fast food que surgiu em NY em 2004 em um carrinho de hot dog no Madison Square Park. O sucesso foi tão grande que hoje a cidade conta com oito restaurantes. Os principais estão no Upper East Side, Upper West Side (ao lado do Museu de História Natural) e o tradicional do Madison Square Park. Prepare-se para esperar algum tempo na fila, mas não se assuste porque é sempre assim. O restaurante oferece 4 tipos de hambúrguer e 2 de cachorro-quente. Eu indico  o vegetariano que tem cogumelos com queijo! Sensacional! Meu pai e meu irmão enloqueceram pelo de carne e bacon que é o SmockShack. Fomos várias vezes lá e indicamos para todos. As batatas fritas, que tem um formato diferente, devem ser pedidas em separado e vale a pena.
O restaurante também abriu em Washington e Miami. Não vejo a hora que venha para o Brasil. Pode ser uma ideia pra quem deseja abrir uma franquia? haha não esqueça de me avisar.
Para mais informações é só acessar o site http://www.shakeshack.com/ Só não pode olhar perto do almoço...

Shake Shack em frente ao Museu de História Natural em NY
                                           

Shake Shack no Madison Square Park - NY

Shake Shack no Lincoln Center - Miami Beach


domingo, 25 de março de 2012

Perda total

Quando vou viajar e chego mais cedo no aeroporto, fico na sala de embarque observando as pessoas e pensando o que vão fazer, como é a vida delas e principalmente, se alguém as estão esperando. É quase como uma terapia.  O curioso é que sempre imagino o lado bom da situação. Alguém que está viajando a trabalho e vai ver a família no fim do dia, a namorada que vai visitar seu amor que mora longe, o recém-formado que vai para uma entrevista de emprego.. É impossível saber disso tudo simplesmente olhando para as pessoas. Foi exatamente nesses detalhes do cotidiano de alguns passageiros não tão sortudos quanto os que idealizo, que o escritor Ivan Sant`Anna explorou ao máximo, no livro Perda Total
 
Os três maiores acidentes da aviação brasileira são minuciosamente explicados pelo autor que é um especialista no assunto. A primeira parte é sobre o voo 402 que saindo de Congonhas permaneceu no ar por apenas 24 segundos, já que partiu com o reverso (serve para auxiliar na desaceleração da aeronave) virado. Ou seja, ao invés de decolar o avião caiu sobre o bairro Japaquara em São Paulo. No total, 99 vítimas fatais. O comandante da tripulação, José Antônio Moreno, piloto experiente da TAM, saiu de casa no dia 31 de outubro de 1996 para fazer a ponte aérea SP-Rio. Sem nem ter ideia de que nunca chegaria no destino final. Ele dizia para sua esposa que se morresse no ar, iria morrer feliz. Seu pedido, infelizmente cedo demais, foi atendido. 
Dez anos depois, o improvável aconteceu. Duas aeronaves colidiram no ar.  Um Boeing da Gol e um Legacy de uma empresa privada. Mesmo com toda a tecnologia de controle dos voos, não foi possível evitar a negligência dos pilotos do jato comercial. Sem querer, um deles desligou a tecla TA/RA (Traffic Adivisory/Resolution Advisory) que avisa quando algum avião está por perto e permite liberar sua localização para outras aeronaves. Ao invés disso, a tecla estava em Stand-by (espera).  Os sete ocupantes do legacy conseguiram pousar, mas os do Boeing 737 não tiveram tanta sorte. 150 vidas foram tiradas no desastre. O Legacy partiu de São José dos Campos e seguiu viagem para os Estados Unidos. Os pilotos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino só tiveram a asa de sua aeronave danificada, enquanto a maior aeronave perdeu o controle e caiu no meio da floresta Amazônica. Lepore e Paladino podem ser considerados os culpados pelo acidente, mas a responsabilidade dos controladores de voo brasileiros não foi menor. Há provas de que os pilotos tentaram pelo menos 15 vezes contato com a central de aviação brasileira, mas ninguém retornou. 
Alguns meses depois, a maior tragédia da aviação brasileira estava por vir. O voo 3054 da TAM que saiu de Porto Alegre em direção à Congonhas estava com um problema no reverso (de novo). Segundo as normas da aviação brasileira, toda aeronave pode voar até 10 dias com esse defeito e depois ele deve ser consertado. O voo 3054 estava há quatro dias com o defeito. A condição da aeronave era problemática ainda mais se pousasse em uma pista molhada. Nesse dia 17 de julho de 2006 chovia muito em São Paulo. O avião não conseguiu atrito suficiente para pousar, e o defeito no reverso contribuiu para que 199 pessoas morressem naquela noite. Fora os passageiros, alguns funcionários da TAM Express que fica na frente do aeroporto de Congonhas estavam no lugar errado, na hora errada. Alguns valentes, como o gerente de cargas da TAM, José Antonio Rodrigues Santos da Silva que não foi atingido diretamente pelo avião, mas permaneceu no local para salvar a vida dos colegas de trabalho. Alguns dias depois, foi noticiada a morte do gerente por infecção pulmonar causada pela fumaça tóxica da explosão. 
Vidas de pessoas comuns que só iam passar um dia em outra cidade, iam visitar a esposa ou o marido, ou participar de alguma reunião importante acabaram tragicamente por falhas humanas.Tristes episódios que marcaram o Brasil e a vida de familiares daqueles que desejavam simplesmente voltar pra casa.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Athina Onassis, no olho do furacão

Muitas meninas já sonharam em ser uma princesa, ou pelo menos viver como uma. Às vezes, quando crescem, elas encontram alguém que as trate como tal e se dão conta de que nem precisariam viver num castelo e ter todas aquelas regalias. Acontece que às vezes alguma sortuda, em qualquer lugar do mundo, nasce com tudo isso. Ela, alem de tudo, é idolatrada e amada pelos conterrâneos. É de se imaginar que muitos a invejem e tentem tirar esses privilégios da pequena criança que ainda não tem noção da dimensão do que está em suas mãos.
Athina Onassis é neta do grande armador e magnata grego, Aristoteles Onassis. Desde pequena sofreu com as desavenças familiares decorrentes da enorme fortuna que seria destinada a ela. O avô Ari, como era conhecido, faleceu após complicações de uma cirurgia de pulmão. Na verdade, é o que consta na certidão de óbito dele, porque muitos céticos acreditam que foi uma conspiração de pessoas que queriam administrar a fundação Onassis. A esposa, Jackie Kennedy-Onassis, herdou apenas parte da fortuna, 26 milhões de dólares. A herença ficou para Christina Onassis, única filha viva e mãe de Athina.O filho de Ari, Alexander morreu num acidente de avião, em circunstâncias misteriosas. Onassis acreditava que os inimigos dele o tinham matado. O magnata contratou um detetive que revelou à imprensa que tinha provas concretas de que tinha sido uma armação a morte de Alexander, uma semana depois o investigador apareceu morto.
Christina casou-se com o milionário Thierry Roussel. Seu pai sonhava com essa união, mas infelizmente não viveu o bastante para vê-la. Como única herdeira, ela tinha que ter um filho para dar continuidade ao Império de Onassis. Christina tomava muitos remédios para dormir e Thierry disse que só teria um filho se ela parasse de tomá-los. Ela cumpriu a promessa até os primeiros meses de gravidez, depois começou a tomar muitas pílulas e acabou desmaiando um certo dia. Os médicos tiverem que fazer cesariana para que o bebê não corresse mais riscos de vida. Depois disso, Thierry não cogitou a possibilidade de ter mais filhos com Christina. Por isso hoje, Athina é a única herdeira de Onassis. 
Depois que a única filha de Ari morreu, há relatos de que foi suicídio e outros rumores de que foram novamente os inimigos do multi milionário, Athina foi morar com Thierry e sua nova esposa, uma ex modelo chamada Gaby. Sua fortuna foi administrada pelos quatro sócios da Fundação Onassis e pelo pai. Brigas judiciais e escândalos envolvendo mentiras que falavam sobre sua vida, marcaram a adolescência da menina mais invejada da Grécia. A mídia internacional espalhava que o pai de Athina só estava interessado no dinheiro dela, aprisionando-a em uma mansão.
O livro foi escrito pelo assessor e amigo íntimo da família, Alexis Mantheakis. O jornalista conviveu de perto com os parentes de Ari Onassis e tinha como missão proteger Athina da imprensa. Em qualquer lugar que a menina ia, havia milhares de jornalistas e fotógrafos do mundo inteiro esperando por um escorregão ou alguma gafe que pudesse virar notícia. Os seguranças a acompanham por toda parte, inclusive em mergulhos profundos, pois sempre poderia ter algum espião e devem  protegê-la. Alexis conta histórias de homens de diversas nacionalidades que mandavam presentes, ligavam e até perseguiam Athina na esperança de casar-se com ela. Na verdade quem conquistou a menina mais rica do mundo, foi o brasileiro Álvaro de Miranda Neto, conhecido como "Doda".
A vida de Athina Roussel Onassis é rigorosamente considerada por muitos como de princesa, porém  nem mesmo a vida dos mais ricos e privilegiados está isenta de tragédias.

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